E se rico não for teu caminho.De matéria, de garbo.Que seja de vento, de maresia.De sol de fim de tarde.De riso de criança.Que seja pleno, que seja verde.Azul, amarelo, vermelho.Que tenha cor.Que desiluda.Que absorva tuas lágrimas.De tristeza.E de alegria.De samba, de choro, de roda.De poeira sacudida, de alma lavada.De amor.Que, se de tudo, no fim, tiver valido a pena, que seja de lembrança.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Sorte
Eu quero a sorte de amar sem tempo. De ir e vir, de poder voltar. Pro meu lugar.De colorir meu mundo, de fazer música com meus versos bobos. Eu quero um vento meu, um sopro de vida.E um teco de birita nos dias mais difíceis.Um sol.Quero ver o mar.Quero tocar a lua.Perambular na rua e depois voltar.Pro tempo sem tempo que escolhi amar.Quero a sorte de amar um amor só meu, que nunca se vá, mas que não fique aqui pra sempre. Que voe e volte.Que diga da vida o que for bom.Quero a sorte de ser eu.De me amar.De me achar...
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